{"id":252,"date":"2023-05-03T01:42:48","date_gmt":"2023-05-03T04:42:48","guid":{"rendered":"https:\/\/praia.site\/vrcguindastes\/?p=252"},"modified":"2023-05-03T22:48:16","modified_gmt":"2023-05-04T01:48:16","slug":"rotinas-de-conservacao-em-guindastes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/praia.site\/vrcguindastes\/rotinas-de-conservacao-em-guindastes\/","title":{"rendered":"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes"},"content":{"rendered":"<p>Com um bom plano de a\u00e7\u00f5es preditivas e acompanhamento individual das m\u00e1quinas, \u00e9 poss\u00edvel maximizar a vida \u00fatil dos equipamentos.<\/p>\n<p>Como nas demais \u00e1reas, quando se trata de manuten\u00e7\u00e3o e repara\u00e7\u00e3o de guindastes, a primeira quest\u00e3o invariavelmente apontada \u00e9 a necessidade de treinamento intensivo do operador, que \u00e9 tido como o principal respons\u00e1vel pela longevidade do equipamento e seguran\u00e7a da opera\u00e7\u00e3o. Segundo alguns fabricantes, cerca de 90% dos acidentes resultam de erros humanos.<\/p>\n<p>Alguns especialistas ressaltam que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel falar apenas de paradas programadas quando se trata de garantir condi\u00e7\u00f5es mec\u00e2nicas adequadas a estas m\u00e1quinas. Do mesmo modo, \u00e9 insuficiente seguir somente as indica\u00e7\u00f5es do manual do fabricante do equipamento. Portanto, a indica\u00e7\u00e3o mais segura \u00e9 a de sempre consultar e seguir as normas t\u00e9cnicas, como a norte-americana ASME B-30 e a ISO 9927:1, que s\u00e3o documentos de amplo consenso elaborados conjuntamente por fabricantes, usu\u00e1rios e \u00f3rg\u00e3os reguladores internacionais. Outra recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 que o gestor de manuten\u00e7\u00e3o crie uma base de dados com um hist\u00f3rico de inspe\u00e7\u00f5es e manuten\u00e7\u00f5es do equipamento, uma ferramenta que auxilia na detec\u00e7\u00e3o de desvios padr\u00f5es e na identifica\u00e7\u00e3o de tend\u00eancias em cada tipo de opera\u00e7\u00e3o realizado pelos guindastes.<\/p>\n<p><strong>Inspe\u00e7\u00e3o Di\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de haver diferentes itens a serem inspecionados, que variam de acordo com o tipo de guindaste, alguns pontos s\u00e3o comuns, tanto nos modelos el\u00e9tricos como nos movidos a diesel. Um deles \u00e9 a inspe\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, sempre realizada antes de a m\u00e1quina entrar em opera\u00e7\u00e3o. O procedimento inclui a verifica\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do \u00f3leo do motor e do \u00f3leo hidr\u00e1ulico, al\u00e9m da \u00e1gua do radiador e dos n\u00edveis de \u00f3leo dos redutores de eleva\u00e7\u00e3o. Em guindastes m\u00f3veis, deve-se verificar ainda o n\u00edvel de \u00f3leo (diesel e da transmiss\u00e3o) e o funcionamento dos mecanismos de manuseio da carga, como o de eleva\u00e7\u00e3o e de giro.<\/p>\n<p>No caso de guindastes treli\u00e7ados, a diferen\u00e7a est\u00e1 na necessidade de verifica\u00e7\u00e3o da estrutura da lan\u00e7a, para avaliar se algum elemento est\u00e1 amassado, solto ou desalinhado. Outros itens verificados diariamente s\u00e3o o ponto de fixa\u00e7\u00e3o do cabo do moit\u00e3o, a lubrifica\u00e7\u00e3o e os componentes de desgaste.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a inspe\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, ainda \u00e9 necess\u00e1rio verificar se o local de opera\u00e7\u00e3o da m\u00e1quina abrange 360 graus livres, al\u00e9m de \u2013 antes de iniciar a opera\u00e7\u00e3o \u2013 avaliar se n\u00e3o h\u00e1 obstru\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica no equipamento e se os freios est\u00e3o em boas condi\u00e7\u00f5es (veja outros itens de verifica\u00e7\u00e3o operacional no quadro da p\u00e1g. 86).<\/p>\n<p><strong>Procedimentos<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_2.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"0\" \/>Se as inspe\u00e7\u00f5es apontarem a necessidade de manuten\u00e7\u00e3o, a primeira avalia\u00e7\u00e3o que deve ser feita \u00e9 se o procedimento pode ou n\u00e3o ser realizado no pr\u00f3prio campo. Isso \u00e9 importante, pois o tempo de desmontagem para transporte e a posterior remontagem, bem como o custo de frete de um equipamento de grande porte, dependendo do trajeto e da eventual necessidade de diversas carretas para transporte, poder\u00e1 inviabilizar completamente o deslocamento at\u00e9 a oficina.<\/p>\n<p>Mas a boa not\u00edcia \u00e9 que, teoricamente, 100% das manuten\u00e7\u00f5es preventivas e preditivas podem ser realizadas no campo. Para isso, os fabricantes disponibilizam kits espec\u00edficos. No caso de guindastes AT (All-Terrain), por exemplo, a cada 500 horas \u00e9 preciso substituir o kit de manuten\u00e7\u00e3o de materiais de consumo, como correias, filtros, veda\u00e7\u00f5es e lubrificantes.<\/p>\n<p>J\u00e1 as interven\u00e7\u00f5es corretivas mais complexas, como manuten\u00e7\u00e3o de elementos estruturais, oferecem maior seguran\u00e7a quando s\u00e3o realizadas em oficinas. Se, devido ao custo de frete, o usu\u00e1rio optar por realiz\u00e1-las em campo, deve antes saber se o local possui condi\u00e7\u00f5es estruturais semelhantes \u00e0s de uma oficina, com espa\u00e7o adequado, nivelamento correto e acesso \u00e0s ferramentas necess\u00e1rias, al\u00e9m de um t\u00e9cnico qualificado e seguran\u00e7a operacional.<\/p>\n<p>Um ponto sempre lembrado \u00e9 o cuidado com a limpeza, principalmente com pe\u00e7as m\u00f3veis e veda\u00e7\u00f5es. Ao desconectar linhas hidr\u00e1ulicas de combust\u00edvel, de ar ou de \u00f3leo lubrificante, por exemplo, lembre-se de limpar e inspecionar o ponto de conex\u00e3o, e ved\u00e1-lo at\u00e9 ser reconectado. Nos redutores e no sistema hidr\u00e1ulico, s\u00e3o indicados testes f\u00edsico-qu\u00edmicos no \u00f3leo lubrificante, procurando por part\u00edculas abrasivas e de degrada\u00e7\u00e3o, o que pode determinar a periodicidade em que esse produto dever\u00e1 ser trocado.<\/p>\n<p>Com os devidos componentes protegidos e limpos, \u00e9 poss\u00edvel fazer a desmontagem do equipamento, sempre examinando o trabalho executado e conferindo o check-list, para se certificar que nada deixou de ser feito. Al\u00e9m disso, antes de trabalhar nos sistemas el\u00e9tricos da m\u00e1quina \u00e9 necess\u00e1rio desligar o motor e retirar as baterias.<\/p>\n<p><strong>Soldas<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_3.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"0\" \/>Periodicamente, deve-se examinar a fadiga nas estruturas soldadas dos elementos estruturais dos guindastes. Geralmente esses componentes s\u00e3o submetidos a altas tens\u00f5es e esfor\u00e7os vari\u00e1veis, podendo apresentar rachaduras nas juntas soldadas e causar alto risco operacional. \u00c9 importante que o usu\u00e1rio descubra as causas das avarias nas soldas para evitar novas ocorr\u00eancias. A soldagem \u00e9 uma manuten\u00e7\u00e3o corretiva e, se est\u00e1 sendo feita com muita frequ\u00eancia, indica que h\u00e1 algo errado com o equipamento ou com a opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As inspe\u00e7\u00f5es de solda devem respeitar as indica\u00e7\u00f5es do fabricante, considerando a idade do equipamento, a severidade da opera\u00e7\u00e3o e a experi\u00eancia dos operadores. \u00c9 preciso certificar-se da qualifica\u00e7\u00e3o do soldador, considerando a quantidade de consum\u00edveis e aplica\u00e7\u00f5es existentes, como Mig\/Mag e el\u00e9trodo revestido, sendo que o segundo \u00e9 mais comum nas paradas de manuten\u00e7\u00e3o de guindastes. Isso ocorre porque essa aplica\u00e7\u00e3o n\u00e3o necessita de gases de prote\u00e7\u00e3o, algo que deve ser levado em conta, seja por quest\u00f5es de seguran\u00e7a como de facilidade de execu\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, principalmente as realizadas em condi\u00e7\u00f5es adversas, com a presen\u00e7a de vento e outras intemp\u00e9ries clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>J\u00e1 a soldagem Mig\/Mag, apesar de mais produtiva, n\u00e3o deve ser utilizada em opera\u00e7\u00f5es de manuten\u00e7\u00e3o de guindastes, pois libera mais energia t\u00e9rmica, gera calor e, por conta da corrente transmitida, pode alterar a estrutura. No caso de optar por esse tipo de soldagem, o usu\u00e1rio jamais deve realiz\u00e1-la fora de ambientes controlados.<\/p>\n<p>\u00c9 importante frisar ainda que reparos com soldas ou furos n\u00e3o devem ser feitos sem indica\u00e7\u00f5es precisas de manuais e normas, sob o risco de comprometer irreversivelmente a estrutura do equipamento. Al\u00e9m disso, ao realizar qualquer tipo de solda, os fabricantes recomendam que seja desligado todo o sistema el\u00e9trico do equipamento. Conforme o equipamento, a chave geral dever\u00e1 ser desligada e\/ou a bateria desconectada.<\/p>\n<p><strong>Cabo de A\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_4.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"166\" height=\"250\" align=\"left\" border=\"0\" \/>Outra indica\u00e7\u00e3o \u00e9 que jamais seja feita a soldagem em cabos de a\u00e7o, componente fundamental em todos os guindastes. Esse componente tamb\u00e9m deve passar por inspe\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas, indicadas nos manuais de acordo com a vida \u00fatil do componente. As condi\u00e7\u00f5es ambientais, a frequ\u00eancia em que o cabo \u00e9 tensionado e a exposi\u00e7\u00e3o a cargas de choque tamb\u00e9m influenciar\u00e3o na sua vida \u00fatil. Por isso, al\u00e9m das paradas programadas pelos fabricantes, deve ser feita uma inspe\u00e7\u00e3o visual di\u00e1ria e uma anual, mais detalhada.<\/p>\n<p>Na verifica\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, vistorie os cabos a serem utilizados nas opera\u00e7\u00f5es, procurando identificar corros\u00e3o, fios rompidos, distorcidos, esmagados e desgastados, principalmente nos pontos de tens\u00e3o e no contato com as conex\u00f5es e as polias. No caso de arames rompidos, os manuais dos fabricantes costumam indicar quantos fios danificados por metro linear podem comprometer a seguran\u00e7a operacional.<\/p>\n<p>Vale ressaltar tamb\u00e9m que um dos principais causadores de rompimento de fios do cabo de a\u00e7o \u00e9 o al\u00edvio repentino de carga. Ou seja, quando a carga \u00e9 liberada de forma brusca e r\u00e1pida, danificando o cabo de a\u00e7o e formando uma \u201cgaiola de passarinho\u201d, como o fen\u00f4meno \u00e9 chamado pelos especialistas de manuten\u00e7\u00e3o de guindastes. Os cabos de a\u00e7o danificados devem ser retirados e substitu\u00eddos. Depois disso, \u00e9 preciso amarr\u00e1-los, seguindo o passo a passo recomendado pelos fabricantes. \u00c9 importante que o usu\u00e1rio mantenha um relat\u00f3rio assinado e datado da condi\u00e7\u00e3o dos cabos durante a inspe\u00e7\u00e3o e a repara\u00e7\u00e3o, criando um bom plano preditivo.<\/p>\n<p><strong>Lubrificac\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_5.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"0\" \/>A lubrifica\u00e7\u00e3o dos cabos de a\u00e7o \u00e9 outro ponto que deve ser verificado periodicamente, pois \u00e9 ela quem reduz o atrito interno e evita a corros\u00e3o do componente. Escolha o lubrificante cuidadosamente, utilizando um que seja compat\u00edvel com o original de f\u00e1brica (saiba como escolher o lubrificante adequado no quadro da p\u00e1g. 80). Geralmente, deve ser um tipo que n\u00e3o impe\u00e7a a vistoria, como acontece com os lubrificantes betuminosos (graxa), frequente e incorretamente utilizados em cabos de a\u00e7o de guindastes.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental tamb\u00e9m que o lubrificante escolhido penetre nas partes m\u00f3veis do cabo, onde tamb\u00e9m h\u00e1 perigo de corros\u00e3o. Antes da aplica\u00e7\u00e3o de uma nova lubrifica\u00e7\u00e3o, no entanto, o cabo deve passar por um rigoroso processo de limpeza, retirando ac\u00famulos de sujeira e outros materiais abrasivos. Essa limpeza pode ser feita utilizando uma escova de a\u00e7o r\u00edgida e solvente, ar comprimido ou vapor.<\/p>\n<p>Mas a lubrifica\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos processos fundamentais para garantir maior vida \u00fatil ao guindaste e n\u00e3o se limita somente aos cabos. Pelo contr\u00e1rio, deve ser realizada tamb\u00e9m nos componentes do motor, da transmiss\u00e3o, lan\u00e7a, suspens\u00e3o e mesa de giro. Dependendo da opera\u00e7\u00e3o, esse \u00faltimo componente pode precisar at\u00e9 mesmo de reposi\u00e7\u00e3o di\u00e1ria do lubrificante, sem o qual a sua durabilidade \u00e9 comprometida em at\u00e9 60%.<\/p>\n<p>Na lubrifica\u00e7\u00e3o, outros itens que merecem aten\u00e7\u00e3o s\u00e3o os cilindros hidr\u00e1ulicos. No caso de um guindaste ficar estacionado com a haste exposta, por exemplo, \u00e9 recomendado aplicar uma camada de graxa por cima para evitar a corros\u00e3o, um dos problemas mais recorrentes em opera\u00e7\u00f5es fora de estrada.<\/p>\n<p><strong>Corros\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A corros\u00e3o n\u00e3o \u00e9 preocupante somente nos cilindros hidr\u00e1ulicos. Uma vulnerabilidade intr\u00ednseca aos equipamentos produzidos com a\u00e7o, ela \u00e9 a grande causadora de avarias das m\u00e1quinas, principalmente nos elementos estruturais. E o motivo \u00e9 simples: aus\u00eancia ou irregularidade da pintura. Quanto a isso, ressalte-se que atualmente o mercado brasileiro disp\u00f5es de solu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para pintura de equipamentos, inclusive em opera\u00e7\u00f5es off-shore ou expostos a outros locais de acentuada exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 umidade.<\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o com a pintura torna-se ainda mais acentuada quando o elemento estrutural \u00e9 dotado de vigas em \u201cU\u201d e \u201cH\u201d, voltadas para cima, pois acumulam \u00e1gua. Em guindastes treli\u00e7ados, devido \u00e0 grande quantidade de partes soldadas, uma das t\u00e1ticas \u00e9 deixar orif\u00edcios para o escoamento da chuva. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel optar por materiais mais resistentes \u00e0 corros\u00e3o, como a\u00e7os estruturais que contenham cobre ou a\u00e7os passiv\u00e1veis na liga. Esses \u00faltimos possuem uma pel\u00edcula de \u00f3xido superficial est\u00e1vel, que n\u00e3o se desprende e funciona como uma barreira entre o eletr\u00f3lito e o metal, evitando a oxida\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Check-list para detectar e corrigir problemas<\/strong><\/p>\n<p><strong>1.<\/strong>\u00a0Determine o problema<\/p>\n<p><strong>2.<\/strong>\u00a0Liste as poss\u00edveis causas<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong>\u00a0Planeje verifica\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p><strong>4.<\/strong>\u00a0Realize as verifica\u00e7\u00f5es em uma ordem l\u00f3gica para determinar a causa<\/p>\n<p><strong>5.<\/strong>\u00a0Considere a vida \u00fatil restante dos componentes comparando com o custo das pe\u00e7as e da m\u00e3o de obra necess\u00e1ria para substitu\u00ed-las<\/p>\n<p><strong>6.<\/strong>\u00a0Fa\u00e7a os reparos necess\u00e1rios<\/p>\n<p><strong>7.<\/strong>\u00a0Verifique novamente para garantir que nada deixou de ser feito<\/p>\n<p><strong>8.<\/strong>\u00a0Teste funcionalmente a pe\u00e7a defeituosa em seu sistema<\/p>\n<p><strong>Cuidados com elementos de fixa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de haver muitos tipos de fixa\u00e7\u00f5es para elementos estruturais, algumas como os rebites j\u00e1 est\u00e3o em desuso. Segundo especialistas, o mesmo j\u00e1 est\u00e1 acontecendo com a uni\u00e3o parafusada, que pode apresentar diversos problemas como trinca e quebras, resultando em acidentes graves. Os especialistas enfatizam que os maiores esfor\u00e7os da vida funcional de um parafuso ocorrem durante o aperto, e n\u00e3o durante a opera\u00e7\u00e3o do equipamento.<\/p>\n<p>Por isso, atualmente a uni\u00e3o normalmente \u00e9 feita por meio de pinos. Cada pino \u00e9 fabricado especialmente para sua aplica\u00e7\u00e3o e, se houver folga indicando desgaste, \u00e9 necess\u00e1rio tomar as medidas de corre\u00e7\u00e3o. No entanto, n\u00e3o h\u00e1 paradas programadas para verificar os pinos, pois \u00e9 um componente que n\u00e3o age diretamente no mecanismo e fica constantemente protegido por graxa.<\/p>\n<p><strong>O lubrificante ideal\u00a0para os cabos de a\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Deve:<\/strong><\/p>\n<p>possuir resist\u00eancia adesiva suficiente para permanecer nos cabos;<\/p>\n<p>possuir uma viscosidade capaz de penetrar nos interst\u00edcios entre os cabos e os cord\u00f5es;<\/p>\n<p>ter uma pel\u00edcula de alta resist\u00eancia;<\/p>\n<p>resistir \u00e0 oxida\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o Deve:<\/strong><\/p>\n<p>conter \u00e1cidos e \u00e1lcalis;<\/p>\n<p>ser sol\u00favel no meio que o circunda, nas condi\u00e7\u00f5es reais de opera\u00e7\u00e3o (por exemplo, \u00e1gua).<\/p>\n<p><strong>Confira abaixo check-list de verifica\u00e7\u00e3o operacional e alguns\u00a0exemplos de aspectos cr\u00edticos em guindastes<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_6.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Coloca\u00e7\u00e3o de nova embreagem<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_7.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Inspe\u00e7\u00e3o da bomba hidr\u00e1ulicaMangueira<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_8.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>hidr\u00e1ulica com prote\u00e7\u00e3o de pl\u00e1stico<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_9.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Verifica\u00e7\u00e3o do filtro de \u00f3leo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_10.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Inspe\u00e7\u00e3o no recorte da plataforma de giro<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_11.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Tipo de dano que pode ocorrer em cabos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_12.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Coloca\u00e7\u00e3o de \u00f3leo no motor<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_13.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Solda MAG na estrutura do chassi<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_14.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Exemplo de cabo em bom estado<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_15.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Verifica\u00e7\u00e3o de folga de correia<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_16.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"188\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Roda dentada da plataforma de giro (antes e ap\u00f3s lubrifica\u00e7\u00e3o )<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_17.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Eixo do c\u00e2mbio com avaria na rosca<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_18.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Inspe\u00e7\u00e3o do turbo compressor<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_19.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"166\" height=\"250\" align=\"left\" border=\"o\" \/>Avalia\u00e7\u00e3o de cabo e ponta da lan\u00e7a<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone tie-appear\" src=\"http:\/\/www.revistamt.com.br\/images\/stories\/1239_M_20.jpg\" alt=\"Rotinas de conserva\u00e7\u00e3o em guindastes\" width=\"250\" height=\"166\" align=\"left\" border=\"o\" \/><\/p>\n<p>Solda oxidada na estrutura do chassi<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Fonte: Revista MT<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com um bom plano de a\u00e7\u00f5es preditivas e acompanhamento individual das m\u00e1quinas, \u00e9 poss\u00edvel maximizar a vida \u00fatil dos equipamentos. 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